Cloud Computing
Introdução a Cloud Computing
13 10 2011
Conceito e História da Virtualização
Virtualização é o processo pelo qual se utiliza de um único Hardware para compartilhar recursos e emular inúmeros Sistemas Operacionais, sendo assim, um único servidor pode hospedar diversos sistemas em uso simultaneamente. Permite também que aplicações e Sistemas Operacionais legados sejam consolidados.
Esta técnica é empregada em servidores para que possa usufruir o máximo do Hardware, o que não é feito em Servidores comuns, pois não é explorado toda a capacidade, aumentando também a gama de Softwares que podem ser utilizados sobre o mesmo servidor, podendo trabalhar com sistemas isolados.
O conceito de virtualização surgiu na década de 60, desenvolvido e implementado pela IBM, tinha por objetivo utilizar de forma simultânea os equipamentos de Mainframe, sentindo a necessidade de aproveitar melhor os recursos das gigantes e caras máquinas que começaram a atingir grandes velocidade de processamento, com isso surgiu o conceito de Time Sharing, que seria executar vários processos paralelos, compartilhando recursos. Time Sharing foi uma iniciativa par dinamizar o sistema compartilhando o tempo ocioso entre processos. Essa execução de diversos Sistemas Operacionais era supervisionado por um programa de controle chamado Hypervisor, e continua dessa forma até o presente momento.
Com o passar dos anos e devido ao alto custo de aquisição de um Mainframe, as empresas passaram a estabelecer a arquitetura x86 como servidores padrões e apostaram em um custo inicia menor, optava-se por adquirir servidores menores de acordo com a necessidade para aplicações únicas. Porém o sistema era subutilizado, utilizando apenas 10 a 15% da capacidade total do servidor, o mesmo problema encontrado anteriormente pelos Mainframes. Foi então em 1999, introduzido o conceito de virtualização também para a plataforma x86, a fim de aproveitar os recursos computacionais destes servidores. Para isso, os fabricantes de processadores assim como Intel e AMD apostaram na necessidade de melhorar seu hardware, criando assim processadores com tecnologias para virtualização, assim como Inter VT e AMD-V, tornando a implementação mais fácil e potencializando a melhora de performance.
Hoje além de virtualização de Servidores também temos diversos outros tipos, assim como: virtualização de aplicações, desktops, storage, apresentação e estado do usuário.
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Motivação e benefícios da Virtualização
Afinal, o que ganhamos quando falamos de virtualização de Serviços e Servidores?
Para muitos virtualização é apenas sinônimo de economia, mas também pode ser vista como produtividade, gerenciamento e tempo.
Destacam-se seus principais benefícios:
. Consolidação de Servidores;
. Redução de custos em até 60% quando se fala em Hardware;
. Redução de energia, cabos de rede, equipamentos, com tudo isso também reduzimos a complexidade do ambiente e indiretamente centralizamos o gerenciamento;
. Aumento da Eficiência da TI;
. Compatibilidade de aplicações;
. Rápido provimento de máquinas virtuais;
. Alta Disponibilidade;
. Continuidade de Negócios;
. Gerenciamento Centralizado;
. Agilidade nos negócios;
. Estações de Trabalho e Data Centers Dinâmicos;
. Capacidade de Resposta Acelerada;
. Facilidade de testar aplicações e soluções em um ambiente mais próximo ao de produção, sem necessidade de duplicar a infraestrutura física.
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Começo das nuvens.
13 10 2011
Em breve seu computador estará nas nuvens.
• Google Docs: com uma porção de ferramentas no estilo Office, você pode acessar um ótimo processador de textos (como o Word), uma ferramenta para planilhas (como o Excel) e até mesmo criar e visualizar apresentações de slides (como o PowerPoint).

• iGoogle: mesmo que o nome tenha uma estranha semelhança com produtos da Apple, o iGoogle não tem nenhuma relação com a empresa de Steve Jobs. Na verdade é um site que reúne os principais serviços que o Google já oferece para um acesso fácil e rápido (como se fosse um desktop). Você pode, por exemplo, incorporar o Google Agenda, o GMail, o Google Notícias e o YouTube em sua página, todos ao mesmo tempo, com um resumo de novas atualizações.
Estes são apenas os exemplos mais simples do Google, que a cada dia surpreende a todos com seus novos serviços online. Entretanto, há uma variedade realmente enorme de tipos de aplicativos que já estão nas nuvens, incluindo desktops inteiros, que também têm seus aplicativos, como se fosse um sistema operacional inteiro online. Assim, você envia seus arquivos para estes sistemas online e pode acessá-los a partir dele mesmo.
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Entendendo a Cloud Computing
13 10 2011
Estamos habituados a utilizar aplicações instaladas em nossos próprios computadores, assim como a armazenar arquivos e dados dos mais variados tipos neles. No ambiente corporativo, esse cenário é um pouco diferente, já que nele é mais fácil encontrar aplicações disponíveis em servidores que podem ser acessadas por qualquer terminal autorizado por meio de uma rede.
A principal vantagem desse modelo está no fato de ser possível, pelo menos na maioria das vezes, utilizar as aplicações mesmo sem acesso à internet ou à rede. Em outras palavras, é possível usar esses recursos de maneira off-line. Entretanto, todos os dados gerados estarão restritos a esse computador, exceto quando compartilhados em rede, coisa que não é muito comum no ambiente doméstico. Mesmo no ambiente corporativo, isso pode gerar algumas limitações, como a necessidade de se ter uma licença de um determinado software para cada computador, por exemplo.
A evolução constante da tecnologia computacional e das telecomunicações está fazendo com que o acesso à internet se torne cada vez mais amplo e cada vez mais rápido. Em países mais desenvolvidos, como Japão, Alemanha e Estados Unidos, é possível ter acesso rápido à internet pagando-se muito pouco. Esse cenário cria a situação perfeita para a popularização da Cloud Computing, embora esse conceito esteja se tornando conhecido no mundo todo, inclusive no Brasil.
Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas “nuvens”, isto é, na internet. Ao fornecedor da aplicação cabe todas as tarefas de desenvolvimento, armazenamento, manutenção, atualização, backup, escalonamento, etc. O usuário não precisa se preocupar com nada disso, apenas com acessar e utilizar.
Um exemplo prático desta nova realidade é o Google Docs, serviço onde os usuários podem editar textos, fazer planilhas, elaborar apresentações de slides, armazenar arquivos, entre outros, tudo pela internet, sem necessidade de ter programas como o Microsoft Office ou OpenOffice.org instalados em suas máquinas. O que o usuário precisa fazer é apenas abrir o navegador de internet e acessar o endereço do Google Docs para começar a trabalhar, não importando qual o sistema operacional ou o computador utilizado para esse fim. Neste caso, o único cuidado que o usuário deve ter é o de utilizar um navegador de internet compatível, o que é o caso da maioria dos browsers da atualidade.
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Exemplos de aplicações em Cloud Computing
13 10 2011
Exemplos de aplicações em Cloud Computing
Os termos Cloud Computing e Computação nas Nuvens são relativamente recentes, como você já sabe, mas se analisarmos bem, veremos que a ideia não é, necessariamente, nova. Serviços de e-mail, como Gmail e Yahoo! Mail; discos virtuais na internet, como Dropbox; sites de armazenamento e compartilhamento de fotos ou vídeos, como Flickr e YouTube. Todos são exemplos de aplicações que, de certa forma, estão dentro do conceito de Cloud Computing. Note que todos esses serviços não executam no computador do usuário e este pode acessá-los de qualquer lugar, muitas vezes sem necessidade de instalar aplicativos em sua máquina ou de pagar licenças de software. No máximo, paga-se um valor periódico pelo uso do serviço ou pela contratação de recursos adicionais, como maior capacidade de armazenamento de dados, por exemplo.
Abaixo, uma breve lista de serviços que incorporam bem o conceito de Cloud Computing:
– Google Apps: esse é um pacote de serviços que o Google oferece que contém aplicativos de edição de texto, planilhas e apresentações (Google Docs), serviço de agenda (Google Agenda), comunicador instantâneo integrado (Google Talk), e-mail com o domínio da empresa (por exemplo, contato@infowester.com), entre outros. Todos esses serviços são processados pelo Google e o cliente só precisa criar as contas do usuário. O Google Apps oferece pacotes gratuitos e pagos, de acordo com o número de usuários. Um dos maiores clientes do Google Apps é a Procter & Gamble, que contratou os serviços para mais de 130 mil colaboradores;
– Amazon: a Amazon é um dos maiores serviços de comércio eletrônico do mundo. Para suportar o volume de vendas no período de Natal, a empresa montou uma superestrutura de processamento e armazenamento de dados, que acaba ficando ociosa na maior parte do ano. Foi a partir daí que a companhia teve a ideia de “alugar” esses recursos, com serviços como o Simple Storage Solution (S3), para armazenamento de dados, e Elastic Compute Cloud (EC2), para uso de máquinas virtuais. É possível saber mais sobre as soluções oferecidas pela Amazon nesta página;
– Windows Live Mesh: esta é um tecnologia da Microsoft direcionada ao segmento doméstico. Sua proposta principal é a de permitir que o usuário acesse o seu desktop e seus documentos de qualquer computador, com a diferença de que todos os seus arquivos ficam nas nuvens, isto é, no servidores da Microsoft. Para saber mais sobre esse serviço, veja esta matéria publicada no Blog InfoWester;
– Panda Cloud Antivirus: como o nome indica, este é um programa antivírus da Panda Software, mas com uma grande diferença: a maior parte do trabalho necessário à ferramenta para pesquisar e eliminar malwares fica por conta das “nuvens”. Com isso, de acordo com a Panda, essa solução acaba evitando que o antivírus deixe o computador lento;

Panda Cloud Antivirus
– Aprex: brasileiro, o Aprex oferece um conjunto de ferramentas para uso profissional, como calendário, gerenciador de contatos, lista de tarefas, disco virtual, blog, serviço de e-mail marketing, apresentações, entre outros. Tudo é feito pela Web e, no caso de empresas, é possível até mesmo inserir logotipo e alterar o padrão de cores das páginas. Há opções de contas gratuitas e pagas;
iCloud: anunciado em junho de 2011, trata-se de um serviço da Apple que armazena músicas, fotos, vídeos, documentos e outras informações do usuário. Seu objetivo é o de fazer com que a pessoa utilize “as nuvens” em vez de um computador em sua rede como “hub” para centralizar suas informações. Com isso, se o usuário atualizar as informações de um contato no iPhone, por exemplo, o iCloud poderá enviar os dados alterados automaticamente para outros dispositivos.
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Software as a Service (SaaS)
13 10 2011
Intimamente ligado à Cloud Computing está o conceito de Software as a Service (SaaS) ou, em bom português, Software como Serviço. Em sua essência, trata-se de uma forma de trabalho onde o software é oferecido como serviço, assim, o usuário não precisa adquirir licenças de uso para instalação ou mesmo comprar computadores ou servidores para executá-lo. Nesta modalidade, no máximo, paga-se um valor periódico – como se fosse uma assinatura – somente pelos recursos utilizados e/ou pelo tempo de uso.
Para entender melhor os benefícios do SaaS, suponha que uma empresa que tem vinte funcionários necessita de um software para gerar folhas de pagamento. Há várias soluções prontas para isso no mercado, no entanto, a empresa terá que comprar licenças de uso do software escolhido e, dependendo do caso, até mesmo hardware para executá-lo. Muitas vezes, o preço da licença ou mesmo dos equipamentos pode gerar um custo alto e não compatível com a condição de porte pequeno da empresa.
Se, por outro lado, a empresa encontrar um fornecedor de software para folhas de pagamento que trabalha com o modelo SaaS, a situação pode ficar mais fácil: essa companhia poderá, por exemplo, oferecer esse serviço através de Cloud Computing e cobrar apenas pelo número de usuários e/ou pelo tempo de uso.
Dessa forma, a empresa interessada paga um valor baixo pelo uso da aplicação. Além disso, hardware, instalação, atualização, manutenção, entre outros, ficam por conta do fornecedor. Também é importante levar em conta que o intervalo entre a contratação do serviço e o início de sua utilização é extremamente baixo, o que não aconteceria se o software tivesse que ser instalado nos computadores do cliente. Este só precisa se preocupar com o acesso ao serviço (no caso, uma conexão à internet) ou, se necessário, com a simples instalação de algum recurso mínimo, como um plugin no navegador de internet de suas máquinas.
IBM e HP são dois exemplos de companhias que já oferecerem soluções em SaaS: HP SaaS; IBM SaaS.
Há também conceitos derivados, utilizados por algumas companhias para diferenciar os seus serviços, entre eles:
– Platform as a Service (PaaS): Plataforma como Serviço. Trata-se de um tipo de solução mais amplo para determinadas aplicações, incluindo todos (ou quase todos) os recursos necessários à operação, como armazenamento, banco de dados, escalabilidade (aumento automático da capacidade de armazenamento ou processamento), suporte a linguagens de programação, segurança e assim por diante;
– Database as a Service (DaaS): Banco de Dados com Serviço. O nome já deixa claro que esta modalidade é direcionada ao fornecimento de serviços para armazenamento e acesso de volumes de dados. A vantagem aqui é que o detentor da aplicação conta com maior flexibilidade para expandir o banco de dados, compartilhar as informações com outros sistemas, facilitar o acesso remoto por usuários autorizados, entre outros;
– Infrastructure as a Service (IaaS): Infraestrutura como Serviço. Parecido com o conceito de PaaS, mas aqui o foco é a estrutura de hardware ou de máquinas virtuais, com o usuário tendo inclusive acesso a recursos do sistema operacional;
– Testing as a Service (TaaS): Ensaio como Serviço. Oferece um ambiente apropriado para que o usuário possa testar aplicações e sistemas de maneira remota, simulando o comportamento destes em nível de execução.
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Virtualização Microsoft para Administradores VMware
Implementação de nuvem privada
Saiba como fazer o inventário da sua infraestrutura de servidores para implantar de forma correta uma solução Microsoft de virtualização de servidores. Você aprenderá também a instalar e configurar o Hyper-V.
Aprenda como instalar e configurar o Microsoft System Center Virtual Machine Manager 2008 R2 para gerenciar um ambiente de virtualização de servidores.
Aprenda como implantar a proteção de maquinas virtuais através do System Center Virtual Machine Manager e System Center Data Protection Manager. Você também aprenderá neste módulo a implantar um ambiente de alta disponibilidade.
Neste módulo você aprenderá a gerenciar hosts de virtualização baseados em soluções Vmware, além de gerenciar recursos avançados como o PRO Tips do System Center Operations Manager 2007. Você também aprenderá neste módulo a implementar recursos avançados como Dynamic Memory e Live Migration..png)
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